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Médico explica o que é espondilite anquilosante, doença da atriz Dani Moreno

Atriz da Record TV disse que sofre há muitos anos com dores intensas

O nome é um tanto complicado e a doença não é tão conhecida, mas o alerta para os sinais deve ser constante. É a espondilite anquilosante, uma doença autoimune inflamatória crônica. O caso mais recente é o da atriz Dani Moreno, de 35 anos, que trabalhou em novelas da Record TV.

Ela acaba de anunciar em suas redes sociais que luta desde quando era mais nova contra os efeitos da doença.

“Inflamações e infecções diversas e repetidas; dificuldade em me sentir bem com alguns alimentos, especialmente o glúten; cansaço avassalador sem porquê nem para quê; dores que me travavam o pescoço a ponto de colocar colar cervical aos sete anos. Além disso, causa dor intensa em repouso, também conhecida como dor da morte”, publicou a atriz.

O que é

Ortopedista do Ráquis Instituto da Coluna, Dr Lourimar Tolêdo explica que a espondilite anquilosante ocorre quando o sistema imunológico do corpo passa a atacar suas próprias articulações, especialmente as da coluna, causando rigidez e dor nas costas.

Sintomas

O especialista conscientiza a sociedade a estar atenta aos sintomas.

“O primeiro sintoma da doença são as dores na coluna, especialmente na região lombar, podendo irradiar para as pernas. Normalmente, essa dor costuma persistir por mais de três meses, está relacionada com rigidez articular ,diminui com o movimento e aumenta com o repouso”, alertou Dr. Lourimar Tolêdo.

Tratamento

Segundo o médico, o tratamento é medicamentoso  e associado  com exercícios físicos. Outra opção terapêutica são as infiltrações, que podem ser utilizadas em alguns casos para aliviar a dor. “A cirurgia somente é feita nos casos mais graves com deformidades incapacitantes”, explicou Dr. Lourimar Tolêdo.

Sobre

O Dr. Lourimar Tolêdo é cirurgião da coluna e atua no Ráquis Instituto da Coluna. Ele realiza cirurgias complexas e de grande porte para o tratamento de deformidades, fraturas e tumores vertebrais, além de intervenções minimamente invasivas, indicadas para alterações que causam dor e incapacidade física.

Dedicado também à educação médica, coordena a residência médica e, há mais de 10 anos, é responsável pelo serviço de cirurgia de coluna do Hospital Meridional Serra. Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC), da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), Society of Lateral Access Surgery (Solas), Society for Minimally Invasive Spine Surgery (SMISS) e North American Spine Society (NASS).